Estudo comprova a biodegradabilidade das fibras de celulose solúvel da Lenzing

28 de outubro de 2021
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O grupo Lenzing, líder mundial de fibras especiais de madeira, recebeu uma comprovação científica sobre biodegradabilidade de suas fibras. Em um estudo publicado em outubro, cientistas do renomado instituto de pesquisa acadêmica Scripps Institution of Oceanography (SIO), da Universidade da California nos Estados Unidos, confirmaram que fibras de celulose são biodegradáveis no oceano em um curto período de tempo no fim de sua vida útil, fazendo delas uma alternativa melhor em relação às fibras de origem fóssil. A Lenzing é uma das acionistas da LD Celulose e absorverá a produção de celulose solúvel da empresa para a produção destas fibras em diversas partes do mundo.

A pesquisa foi o resultado de um projeto independente que visa a entender os cenários de “fim de vida” de tecidos e não-tecidos descartados no meio ambiente. O instituto comparou os processos de degradação de não-tecidos de origem fóssil, como poliéster, com materiais feitos com celulose, como as fibras lyocell, modal e viscose da Lenzing, em cenários específicos sob diferentes condições reais de oceano e ambientes controlados. Os resultados dos experimentos comprovam que, enquanto as fibras de celulose se degradam completamente em até 30 dias, os materiais de outras matérias-primas permanecem praticamente sem mudanças após 200 dias.

“Nosso modelo de negócios é baseado na economia circular. Nós utilizamos madeira de florestas sustentáveis e usamos um eficiente sistema de processamento para todos os materiais para produzir fibras que possam retornar para o ecossistema ao fim de suas vidas úteis”, comenta Robert van de Kerkhof, membro do conselho diretivo do Grupo Lenzing. “As indústrias têxtil e de não-tecidos precisam mudar. O nosso objetivo é difundir a conscientização sobre grandes desafios como a poluição que o plástico causa, e convencer a indústria a fazer a transição para fibras de madeira, como TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e VEOCEL™, que são biodegradáveis”, completa van de Kerkhof.

Créditos de imagem: New York Times/Alexander C. Welsh